...
é um alimento e consumo
pra tua alma irrequieta
que sempre busca além...
(Maracimoni para Andréa)
terça-feira, 17 de junho de 2008
Alegria!
mas logo te sigo sem te deixar voar,
só aceito que viaje se contigo me levar,
afinal, aqui também é meu lugar.
Encontro no sorriso tua forma mais bela,
quero de ti mais que uma noitada,
serelepe aventureira é você que me guia,
filha do mundo, teu reino é alegria.
(Andréa Zílio - Foto Diego Pintro)
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Afago!

Sente o meu pensamento no ar,
algo que se desprende do meu olhar,
e percorre milhares de milhas marítimas e terrestres
até te tocar a face, o rosto sublime,
e abraçar... e consolar.
A palavra é melodia aos ouvidos,
o toque é confortante carinho,
O olhar afaga a dor e brinda a alegria
de um coração que se refaz em lembranças.
*Ao amor maior de minha vida, minha mãe, Carmem.
(Andréa Zílio - Foto Online Photographers)
*Ao amor maior de minha vida, minha mãe, Carmem.
(Andréa Zílio - Foto Online Photographers)
Poesia para você!
Os dentes rangendo se trituram,
mordendo a carne imaginaria do desejo,
com as unhas cravadas na fronha,
adormecendo a dor do prazer,
derramando gotas de sangue
e suor nas curvas da pele retesada e nua e,
se convertem insólitas nos póros,
nas grutas e se convergem sólidas no útero
dos sentidos com a esperança de não ter paz até o
merecido e eterno descanso dos insensatos de insano querer.
*Poesia que um talento da escrita, Aluísio, me deu em 26 de maio de 2004)
mordendo a carne imaginaria do desejo,
com as unhas cravadas na fronha,
adormecendo a dor do prazer,
derramando gotas de sangue
e suor nas curvas da pele retesada e nua e,
se convertem insólitas nos póros,
nas grutas e se convergem sólidas no útero
dos sentidos com a esperança de não ter paz até o
merecido e eterno descanso dos insensatos de insano querer.
*Poesia que um talento da escrita, Aluísio, me deu em 26 de maio de 2004)
O brilho de um Sol!

A entrega a vida,
o gozo dos momentos,
a exposição ao sol,
a nobreza diante do luar.
A criança adulta em uma vida que passa e fica,
que aporta e sai mundo a fora.
Passa silenciosamente e anuncia a todos sua graça.
Asas suprimidas na tristeza,
mas capazes de abraçar o mundo.
Sabedoria em compartilhar alegria,
com a capacidade de embriagar multidões.
Um ser solene, de alma generosa,
o gozo dos momentos,
a exposição ao sol,
a nobreza diante do luar.
A criança adulta em uma vida que passa e fica,
que aporta e sai mundo a fora.
Passa silenciosamente e anuncia a todos sua graça.
Asas suprimidas na tristeza,
mas capazes de abraçar o mundo.
Sabedoria em compartilhar alegria,
com a capacidade de embriagar multidões.
Um ser solene, de alma generosa,
que não teme a voracidade do amor,
e desperta a cada grande descoberta,
vivendo um drama shakepeareano
com a sutileza de um belo conto de fadas.
*Para a amiga que sempre gerou raios de luz e alegria em minha vida, Sol)
(Andréa Zílio - Foto Percivaldo Rossato/Olhares.com)
e desperta a cada grande descoberta,
vivendo um drama shakepeareano
com a sutileza de um belo conto de fadas.
*Para a amiga que sempre gerou raios de luz e alegria em minha vida, Sol)
(Andréa Zílio - Foto Percivaldo Rossato/Olhares.com)
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Cores da Vida

Do 'negro' sentimento que aprisiona o coração,
busca no vermelho da paixão uma nova brisa para acariciar seu rosto.
E o azul do céu, do mar, reforça o valor da existência.
O embalo dessa espuma branca que enfeita as águas da cachoeira, faz o reflexo verde da floresta se envaidecer e demanchar-se nas águas, brindadas pelos raios amarelos do sol.
É nessa paisagem de cores que encontra o real sabor da VIDA!
(Andréa Zílio - Foto Jorge N. Alves/Olhares.com)
O embalo dessa espuma branca que enfeita as águas da cachoeira, faz o reflexo verde da floresta se envaidecer e demanchar-se nas águas, brindadas pelos raios amarelos do sol.
É nessa paisagem de cores que encontra o real sabor da VIDA!
(Andréa Zílio - Foto Jorge N. Alves/Olhares.com)
Pássaro da vida!

Serelepe mundo a fora
*Para Bruna Adelaide, minha eterna Bruninha
com a voracidade pelo novo, o desconhecido.
Filha da aventura, do desejo, do querer,
Filha da aventura, do desejo, do querer,
dona de asas que não temem voar.
Sabedora do tempo,
conhecedora da distância,
apaixonada pela teimosia,
e espelha sabedoria.
e espelha sabedoria.
Sutileza de um entardecer,
vivaz como um amanhecer,
a espera de mais viagens,
na vivacidade de quem sabe querer... e ter!
*Para Bruna Adelaide, minha eterna Bruninha
(Andréa Zílio - Foto Cris Mena/Olhares.com)
terça-feira, 10 de junho de 2008
Existência

A gota de orvalho que anuncia outro amanhecer,
resplandece um novo semblante diante da insanidade;
Nostalgia que chegou ao entardecer,
agora se esvaíra com a mesma intromissão do raio de luz que ilumina seu rosto.
resplandece um novo semblante diante da insanidade;
Nostalgia que chegou ao entardecer,
agora se esvaíra com a mesma intromissão do raio de luz que ilumina seu rosto.
o sentido da existência humana;
Às vezes praguejada pelo vento, se embala na dor e sofrimento
Mas renova o ser, bebendo da fonte maior... a VIDA!
(Andréa Zílio - Foto Pedro N. S. Costa/Olhares.com)
Andréa,
minha "Simplesmente Amiga":
Você afagou meu coração e aconchegou minha alma nesses versos tão serenos, que emanam a candura da sua doce energia. Puxa, o que te dizer diante deste presente maravilhoso: poesia, pôr-do-sol no Amazonas! O coração não aguenta!
E que maravilhosa descoberta ver minha amiga baby/mais nova, a nossa menina elétrica e sonhadora, desabrochar para a poesia! Nao tem como a amiga mais velha/básica, nao sentir orgulho de mãe.
Nossa amizade não tem adeus. Terá, sim, sempre: reencontros, risos,sonhos partilhados, esperanças divididas, causas em comum, amor...
Queria uma palavra com gosto de abraço. Por isso te ofereço a palavra mais completa para mim: afeto, porque descreve tudo que sinto por vc, minha doce amiga/guerreira do Rio Amazonas...
Da simplesmente amiga,
Maracimoni
(Foto: O novo amigo Carlos, o eterno amigo Elson Martins, a "simplesmente amiga" Maracimoni e a despojada amiga Daniele).
Soneto da Felicidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vive-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento,
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure...
(Vinícios de Morais)
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vive-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento,
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure...
(Vinícios de Morais)
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