Escrever sobre um afago,
traz poesias para você!
Alegria de um mundo
que possui o brilho de um sol
e mostra realmente as cores da vida.
Pássaros da vida viajam sobre a existência
de ser ou não ser, do querer e não poder.
Um sonho que aporta o soneto da felicidade
relata escuridão e desejo;
e com um bom som de jazz,
rasuras demonstram marionetes de um espetáculo só,
onde o sonho se torna um isolamento
e navegar sempre será preciso.
*A arte que se replica. Priscilla reuniu os títulos de minhas postagens e fez sua criação. Muito bom!
quarta-feira, 18 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
Escrever!
...
é um alimento e consumo
pra tua alma irrequieta
que sempre busca além...
(Maracimoni para Andréa)
é um alimento e consumo
pra tua alma irrequieta
que sempre busca além...
(Maracimoni para Andréa)
Alegria!
mas logo te sigo sem te deixar voar,
só aceito que viaje se contigo me levar,
afinal, aqui também é meu lugar.
Encontro no sorriso tua forma mais bela,
quero de ti mais que uma noitada,
serelepe aventureira é você que me guia,
filha do mundo, teu reino é alegria.
(Andréa Zílio - Foto Diego Pintro)
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Afago!

Sente o meu pensamento no ar,
algo que se desprende do meu olhar,
e percorre milhares de milhas marítimas e terrestres
até te tocar a face, o rosto sublime,
e abraçar... e consolar.
A palavra é melodia aos ouvidos,
o toque é confortante carinho,
O olhar afaga a dor e brinda a alegria
de um coração que se refaz em lembranças.
*Ao amor maior de minha vida, minha mãe, Carmem.
(Andréa Zílio - Foto Online Photographers)
*Ao amor maior de minha vida, minha mãe, Carmem.
(Andréa Zílio - Foto Online Photographers)
Poesia para você!
Os dentes rangendo se trituram,
mordendo a carne imaginaria do desejo,
com as unhas cravadas na fronha,
adormecendo a dor do prazer,
derramando gotas de sangue
e suor nas curvas da pele retesada e nua e,
se convertem insólitas nos póros,
nas grutas e se convergem sólidas no útero
dos sentidos com a esperança de não ter paz até o
merecido e eterno descanso dos insensatos de insano querer.
*Poesia que um talento da escrita, Aluísio, me deu em 26 de maio de 2004)
mordendo a carne imaginaria do desejo,
com as unhas cravadas na fronha,
adormecendo a dor do prazer,
derramando gotas de sangue
e suor nas curvas da pele retesada e nua e,
se convertem insólitas nos póros,
nas grutas e se convergem sólidas no útero
dos sentidos com a esperança de não ter paz até o
merecido e eterno descanso dos insensatos de insano querer.
*Poesia que um talento da escrita, Aluísio, me deu em 26 de maio de 2004)
O brilho de um Sol!

A entrega a vida,
o gozo dos momentos,
a exposição ao sol,
a nobreza diante do luar.
A criança adulta em uma vida que passa e fica,
que aporta e sai mundo a fora.
Passa silenciosamente e anuncia a todos sua graça.
Asas suprimidas na tristeza,
mas capazes de abraçar o mundo.
Sabedoria em compartilhar alegria,
com a capacidade de embriagar multidões.
Um ser solene, de alma generosa,
o gozo dos momentos,
a exposição ao sol,
a nobreza diante do luar.
A criança adulta em uma vida que passa e fica,
que aporta e sai mundo a fora.
Passa silenciosamente e anuncia a todos sua graça.
Asas suprimidas na tristeza,
mas capazes de abraçar o mundo.
Sabedoria em compartilhar alegria,
com a capacidade de embriagar multidões.
Um ser solene, de alma generosa,
que não teme a voracidade do amor,
e desperta a cada grande descoberta,
vivendo um drama shakepeareano
com a sutileza de um belo conto de fadas.
*Para a amiga que sempre gerou raios de luz e alegria em minha vida, Sol)
(Andréa Zílio - Foto Percivaldo Rossato/Olhares.com)
e desperta a cada grande descoberta,
vivendo um drama shakepeareano
com a sutileza de um belo conto de fadas.
*Para a amiga que sempre gerou raios de luz e alegria em minha vida, Sol)
(Andréa Zílio - Foto Percivaldo Rossato/Olhares.com)
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Cores da Vida

Do 'negro' sentimento que aprisiona o coração,
busca no vermelho da paixão uma nova brisa para acariciar seu rosto.
E o azul do céu, do mar, reforça o valor da existência.
O embalo dessa espuma branca que enfeita as águas da cachoeira, faz o reflexo verde da floresta se envaidecer e demanchar-se nas águas, brindadas pelos raios amarelos do sol.
É nessa paisagem de cores que encontra o real sabor da VIDA!
(Andréa Zílio - Foto Jorge N. Alves/Olhares.com)
O embalo dessa espuma branca que enfeita as águas da cachoeira, faz o reflexo verde da floresta se envaidecer e demanchar-se nas águas, brindadas pelos raios amarelos do sol.
É nessa paisagem de cores que encontra o real sabor da VIDA!
(Andréa Zílio - Foto Jorge N. Alves/Olhares.com)
Pássaro da vida!

Serelepe mundo a fora
*Para Bruna Adelaide, minha eterna Bruninha
com a voracidade pelo novo, o desconhecido.
Filha da aventura, do desejo, do querer,
Filha da aventura, do desejo, do querer,
dona de asas que não temem voar.
Sabedora do tempo,
conhecedora da distância,
apaixonada pela teimosia,
e espelha sabedoria.
e espelha sabedoria.
Sutileza de um entardecer,
vivaz como um amanhecer,
a espera de mais viagens,
na vivacidade de quem sabe querer... e ter!
*Para Bruna Adelaide, minha eterna Bruninha
(Andréa Zílio - Foto Cris Mena/Olhares.com)
terça-feira, 10 de junho de 2008
Existência

A gota de orvalho que anuncia outro amanhecer,
resplandece um novo semblante diante da insanidade;
Nostalgia que chegou ao entardecer,
agora se esvaíra com a mesma intromissão do raio de luz que ilumina seu rosto.
resplandece um novo semblante diante da insanidade;
Nostalgia que chegou ao entardecer,
agora se esvaíra com a mesma intromissão do raio de luz que ilumina seu rosto.
o sentido da existência humana;
Às vezes praguejada pelo vento, se embala na dor e sofrimento
Mas renova o ser, bebendo da fonte maior... a VIDA!
(Andréa Zílio - Foto Pedro N. S. Costa/Olhares.com)
Andréa,
minha "Simplesmente Amiga":
Você afagou meu coração e aconchegou minha alma nesses versos tão serenos, que emanam a candura da sua doce energia. Puxa, o que te dizer diante deste presente maravilhoso: poesia, pôr-do-sol no Amazonas! O coração não aguenta!
E que maravilhosa descoberta ver minha amiga baby/mais nova, a nossa menina elétrica e sonhadora, desabrochar para a poesia! Nao tem como a amiga mais velha/básica, nao sentir orgulho de mãe.
Nossa amizade não tem adeus. Terá, sim, sempre: reencontros, risos,sonhos partilhados, esperanças divididas, causas em comum, amor...
Queria uma palavra com gosto de abraço. Por isso te ofereço a palavra mais completa para mim: afeto, porque descreve tudo que sinto por vc, minha doce amiga/guerreira do Rio Amazonas...
Da simplesmente amiga,
Maracimoni
(Foto: O novo amigo Carlos, o eterno amigo Elson Martins, a "simplesmente amiga" Maracimoni e a despojada amiga Daniele).
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