sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Rachadura

Rasgando a cortina, a pronúncia de palavras cortantes
que dilaceram o peito, transfigura a alma.
Sem piedade, essa ingenuidade satirizada
é negra no cenário da dor.

O riso transformado na imcompreensão completa,
triturando lembranças e refazendo cenários sem cor.
Ferida aberta, incerteza, impureza,
ressaltadas no vaso cheio de rachaduras.

(Texto: Andréa Zílio / Foto: Vanessa França - em MG)

3 comentários:

Claudinha Bártholo disse...

Ta lindo amiga seu novo layout...
:) você é linda né fala sério.
Que texto heim...
é a vida cheia de rachadurasss

SENHORAS E SENHORES ESTA NOITE O GRANDE CIRCO ESTÁ CHEGANDOOO
HAHAHA
BEIJOS TE AMO

Adaildo Neto disse...

me sinto uma rachadura ambulante.
Bem quem a vida podia ser uma rapadura
por mais que não fosse mole
seria ao menos doce.

Anônimo disse...

Estou requerendo a autoria da foto - Van